Passei a maior parte da minha infância(??) lendo aquelas revistas que ensinam: "como agarrar o seu gato em 10 passos“, ou, “veja o que você precisa saber para ficar com o Reinaldo Giane-algumacoisa”, ou então “TESTE: veja quantos pontos você tem com o gato!!”. Seguia a risca, comprava todos os meses as tais revistas. Fazia os testes bem feliz, e assistia Malhação. (vamu ri galere1)
Pensava que, quando chegasse no segundo grau, tudo que aparecia na tv e o que eu lia, aconteceria comigo.
Bom, a oitava série acabou faz tempo, já terminei o segundo grau, e nada aconteceu. Me sinto estranha, como se eu não fosse feita pra isso, ou talvez seja crise. Mas, tenho comigo que, AMOR de verdade mesmo, é o da família, o amor incondicional.
- Só esse que eu me importo e acredito, afinal.
E que essa história de morrer de amores por alguém, que não seja da sua família, não existe. Não é sincero! Eu acho.. poxa, se bem que.. será que isso é verdade? Sempre me tiram pra mau comida nessa parte. Acho que nunca irei encontrar a pessoa certa pra sentir isso, talvez nem a pessoa errada.
Mas será que existe amor de homem para com a mulher? Aquela cumplicidade? Sem querer nada em troca. E essa história de ir pra festas, agarrar todos e sair sozinho? Qual o fundamento? Que porcaria é essa? Esquisitisses,oi. Será que nasci na época errada? (na verdade sempre me faço essa pergunta, mas a descarto, quando ouço Arctic Monkeys e Be Your Own Pet. Mas, logo, logo, ela volta). Aliás, será que naquela época dos Beatles era diferente? Quando ouço eles (além de lembrar daquelas meninas estéricas gritando o nome deles, usando vestidos rodados de bolinhas e cabelo pomposo) ainda tenho esperanças.. (qqq)
Bom, não importa, porque o negócio é ter amores platônicos: tu se encanta de longe, só olha, não conversa, inventa algumas coisas e pronto.
- Essa tal pessoa nem existe, afinal.
E depois, penso que tô dando atenção demais pra isso, algo que,agora, não deveria ter importância, sendo que recém fiz 18.
Mas, confesso que gostaria de saber como é ter aquela sensação engraçada, de frio na barriga (borboletas na barriga, que nem nos livros), ficar junto da outra pessoa, de se tocar, nem que seja só pra implicar, olhar constantemente pra essa pessoa, sabendo que ela sente o mesmo carinho por ti, ter alguém que se preocupe e pergunte como eu me sinto, como foi o meu dia, que me mande cartas, flores, que me dê uma caixinha de Clorets em forma de aliança (vi isso um dia, e achei tã-ão lindo), e que me dê conselhos também quando necessário, por que não? enfim, algo recíproco. Realmente, não sei como é, mas tá, eu tava lendo algumas coisas, e achei várias cartas! Me encantei com os desenhos, com o que diziam e a forma da letra também. Algumas que recebi e outras que eu escrevi, mas acabei não mandando. Me deu saudade (de novo?). Bom, agora, cabaram de anunciar o fim da greve dos correios, quem sabe, né.. :) oi
Quero que aconteça comigo, igual àquela propaganda do bombom.
OK, acho que já estou pedindo de mais.
Na dúvida, me contentarei com os livros velhos/rasgados de biblioteca de escola, beijos ;*
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Um comentário:
Bah eu achei teu blog bem por acaso,tava passando no blog do bruno e vi teu comentário,eu li e gostei.
Fiquei pensando essa guria deve escrever bastante,pois é escreve mesmo,parabéns viu.
Pretendo visitar sempre e comentar \o
Até mais,visita o meu tbm:
http://apenasumcomeco.blogspot.com
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