sexta-feira, 17 de julho de 2009

Nossa primeira foto juntas!



Peguei a lotação da Cavalhada... se soubesse o valor das lotações, não o teria feito (3,30... mais caro que ir pro shopping aqui)
Passei por lugares do centro... vi os Açorianos lá de longe... e o que me impressionou, foi a quantidade de verde, e de praças com playground pra crianças...
passei perto do rio Guaíba, uma emoçãozinha boa no coração...
Passei por bairros bonitos, coisas diferentes das daqui... (e ninguém acredita).
Quando, de repente surge uma agencia da caixa!
o motorista esqueceu de me avisar, desci 3 paradas depois do ponto... que raiva!
mas ainda era cedo, 14:32 pra ser exata... Decidi andar pelo bairro da Cavalhada, onde minha querida amiga mora. Passaram por minha cabeça coisas do tipo: a Robertones passa por aqui sempre... ques emoçõa!
Andei pelas ruas... fui, voltei, e ainda não dava a hora de ve-la... parei num ponto de onibus, perto da caixa... fiquei por lá uns 40 minutos, um frio terrivel batendo no rosto... mas aguentei firme.
Quando vi que ia demorar muito, pensei em caminhar novamente... andei por uma rua curta, e solitária... caminhava devagar, pra ganhar tempo (ou perder, no contexto)... achei uma lan house e pensei: é aqui que vou passar as proximas 1:20 horas haha.
Esperei ansiosamente pelo momento de sair de lá, e ir correndo ver a Roberta Pardo. q
Dessa vez, não enrolei... apertei o passo, e parei em frente ao semáforo, atravessar a rua fora da faixa lá, é muito perigoso...
Atravessando, olho a placa de transito, e vejo um adesivo enorme de um indiozinho, escrito Procura-se.... RIALTO!
Atravessei correndo, agora eu poderia entrar correndo por aquela agencia e gritar: MAAANO!!! (menos, bem menos).
Cheguei em frente a porta giratoria, ela tava debruçada naquele balcãozinho onde ficam os envelopes... de repente, ela olha meio estranhada, e sorri...
Passei correndo a porta, paramos uma na frente da outra, e sorrimos.
Foi tão estranho, e ao mesmo tempo tão comum... era como se a gente já se conhecesse há tempos, e eu fosse simplesmente vê-la pra sair depois do expediente.
Nos abraçamos depois de alguns segundos, mostramos o solzinho, e eu me sentia totalmente desnorteada;
Ela foi terminar seu trabalho... me lembro de me debruçar no balcão... arrumei todos os banners que tinham lá, separei um por um e coloquei na ordem... os guardas olhavam pra mim, e eu não tava nem aí... cada minuto parecia uma eternidade, até que ela saiu...
Saimos, e o vento era mais forte... esperamos o onibus, e entramos rapidinho... rimos muito, e todos nos olhavam... pensamos numa tatica rapidamente, e ela decidiu matar aula (só na correia, vidalocamano)
Descemos numa rua que nao lembro o nome, seguimos até achar a Lima e Silva, nos perdemos e saimos perguntando, com meu sotaque do interiorr... hehe
Passamos em frente ao Jóia... um dia volto quando tivé calor, e a gente siacaba no sorvete...
Achamos a "lancheria" (lá não tem lanchonete)... entramos e fomos direto no banheiro... ela disse: vamo tira uma foto menine, e ai saiu isso... haha
Rimos,foi tão divertido! nossa primeira foto juntas...
Decidimos ir comer....




(
banheiro daquela lancheria tri legal que eu esqueci o nome....)

A chegada;




E, cheguei!

Lembro que cheguei em Porto Alegre la pelas 11:35 da manhã, e peguei o T5, como ela havia dito.
Passei por lugares lindos, e observava tudo atentamente...
De repente, entra no onibus, um tiozinho cosplay do inspetor bugiganga... aah como eu ri, hehe.
Ao descer, uma senhora me ajudou a levar a mala até a parada do taxi, e raxamos a viagem, bem simpatica a senhorinha.
Não sei se foi caro, mas foi a primeira vez que andei de taxi... em se tratando de primeira vez, tudo pra mim era novo...
Deixei as malas no quarto, e vi aquele espelho... pensei: vamos nos dar muito bem, amiguinho. Lugar confortavel, aquele quarto...
Peguei minha bolsa, a touca e as luvas...
era hora de procurar por minha melhor amiga!!




(
quarto do hotel, espelho e eu feliz. não pude resistir)

Nas nuvens



Quando estava lá no alto, varias coisas se passaram por minha cabeça...
Como será que vou chegar? vai dar tudo certo? ela vai gostar de me ver? vamos nos divertir juntas?
Tava insegura e com medo...
Medo da turbulencia que durou a viagem praticamente toda... Medo de chegar num lugar desconhecido, sozinha, e ter que me virar sozinha pela primeira vez...
Medo de me perder, de cair, de não dar certo...
Mas o medo foi passando, conforme foi descendo o avião, e todas as duvidas se acabaram quando as rodas tocaram o chão...



(
algum lugar, entre São Paulo e Rio Grande do Sul...)

Sempre sonhei em voar...
Aos 13, meu pai tinha me levado pra voar de helicoptero, mas nao foi a melhor das experiências...
Pensei que nunca mais passaria por isso, mas queria voar de novo...
voar em busca de novos horizontes, de conhecer lugares que nunca vi antes... conhecer as pessoas importantes pra mim.
Depois de 8 longos anos, finalmente realizei o sonho...
Muito medo, da altura, dos perigos, mas a felicidade de realizar um sonho era maior que tudo isso, era o que me impulsionava...
Não ia realizar o sonho de voar, era algo muito mais importante que isso...



(Aeroporto de Viracoppos, Campinas - 10/07/2009)

Aventuras de Donäna em Porto Alegre city;

Algumas coisas na vida, a gente faz só uma vez...
Algumas outras, a gente pode até fazer outra vez, mas não terá nunca o mesmo gostinho da primeira...

Todas as primeiras vezes que fiz algo, não foram bem sucedidas, ou algo muito ruim aconteceu... mas dessa vez tudo ocorreu bem... haha! Acho válido, contar por minha otica, como foi viver as altas emoções, tim tim por tim tim, os melhores dias da minha vida!!




A Beta vai gostar de ler, eu acho

sábado, 4 de julho de 2009

Planos e mais planos...

Alovose;

Bem, esse querido amado idolatrado salva salve blog, está um tanto quanto abandonado, uma vez que quem faz mais uso dele, é nossa ilustrissima Roberta...
Mas, vou escrever... mesmo que a maioria dos leitores estejam acostumados com a Donana...

Meu, nem acredito, que depois de 4 longos anos, muita espera, muitos emails cartas e afins, finalmente juntarei meus trapinios e irei a Porto Alegre!!!
Faltam apenas 5 dias, e nesse meio tempo, planejar e planejar é coisa que nao sai da minha cabeça; já pensei em tudo, no roteiro, nas risadas, nas musicas que eu e dona Roberta estaremos cantando por ai a fora...
e melhor ainda, como se nao bastasse... tem guidis mano!!!
Sempre imaginamos, como seria ir a um show do guidis, ou até mesmo andar pelas ruas cantando... mas finalmente, iremos a um show juntas.
tifalay robertones, a melhor coisa foi ter adiado a viagem, agora aproveitaremos bem mais. q

só falta arrumar as malas, e esperar essa semana cu passar, pra pegar u aviaozinios e ir direto praí... serão os melhores dias menine, pra contar pros netinios daqui 50 anos .q


é issaê galere, tamoaenatividade. -q

sábado, 16 de agosto de 2008

Redenção (para foreves)

Cá estou eu, escrevendo merda pra ninguém ler. Mas vale a pena, pra ler e rir de mim mesma.
Não tem nada pra fazer de tarde em casa? Vá a Redenção! Fui essa semana, sozinha. Uma pena que o tempo não ajudou, tava nublado, dia meio melancólico,ou sei lá o quê. Fiquei imaginando como seria se estivesse sol.
Mas enfim, foi esquisito, mas ao mesmo tempo legal. Esquisito pelo fato de eu ter ido sozinha(?), e legal, porque pude ficar o tempo que eu quiser, ninguém pra reclamar:
- Vamo embora! E tudo mais. Cheguei a conclusão de que, não consigo encarar as pessoas que passam, a não ser de longe. E também que, eu só viajo/penso em coisas sem-nexo, quando estou acompanhada. Quando tô sozinha, me preocupo mais com pessoas suspeitas ao meu redor, não me permito viajar de mais, uma vez que qualquer pessoa pode chegar e pegar a minha bolsa. Fora isso, eu gostei! Observei as pessoas sentadas, ouvi as conversas daquelas brabas pra boi dormir, pessoas correndo, esperando alguém. Aliás, acho engraçada a reação das pessoas, quando olham o relógio com cara de putamerdaocaratáatrasado! Ficam olhando para os lados pra ver se tal pessoa chega. Gosto de apostar comigo mesma, por exemplo, que aquela mulher que tá chegando é a que o cara tá esperando. A maioria das vezes eu erro!
Pude ver o céu, que ainda não tava coberto de nuvens. Aliás, nunvens são esquisitas! As vezes, elas parecem ser de algodão, outras vezes, parecem areia, ou então, parecem como uma simples fumacinha. Nesse último, sempre imagino um cara gigantesco soprando-as. -q
Vi um cara desenhando. Quer dizer, acho que ele estava fazendo isso, pelas mensões de traços que ele fazia. Além de pagar cofrinho, o cara olhava pros lados, como se tivesse procurando alguma idéia pra desenho. Olhou muitas vezes pro meu lado, e logo imaginei ele desenhando o monstro do lago!(?) –oi
Tenho cá as minhas dúvidas, mas acho que ele tava se drogando. Não preciso dizer que quase morri de curiosidade pra saber o que diabos ele tava desenhando.
Cachorros enterrando sei lá o quê, conversas sobre política, problemas familiares, pombas mutantes e afins. Sentei na ponta de um banco. Um cara sentou na outra ponta e começou a puxar papo com uma senhora do outro banco. Em 10 minutos de conversa contou parte da vida dela pro cara, uma pessoa que ela nunca viu na vida! Acho estranho isso, o que levo, basicamente, um mês pra falar, a senhora falou em tão pouco tempo! E se o cara fosse um véio-do-saco que tenta induzir véinhas indefesas? Devo ser bicho do mato, ou então, as pessoas é que são efusivas.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

mercado

Hoje fui ao Mercado Público. A tempos que não passava por lá. Subi no segundo andar. Vi o brechó. Aliás, nem sabia que lá tinha um. Roupas usáveis e incríveis,realmente! Diferente do que minha mãe pensava: - Tudo velharia!
Lá encima, vi Restaurantes, muitos Restaurantes. Vi uma plaquinha azul colada na parede que dizia: “Proibido jogar restos de comidas nas pessoas de baixo. Sujeito à multa...” e blá-blá.
-êba! Bora cuspir, então! Q
Depois, minha mãe me convidou:
-Roberta, vamo toma um chopp? – Respondi que sim, com uma cara de dúvida. Sentamos nas cadeiras e logo o garçom chegou:
-O que vão querer?
-Vê um Chopp, respondeu ela.
-E pra ti, moça? – ele olhou pra mim.
-Uma Pepsi.
-Com gelo e limão? – a tal maldita pergunta, sempre.
-Não, só gelo, brigados.
Fiz questão de escolher o lugar mais perto da sacada, onde eu podia olhar as pessoas passando lá embaixo.
Fiquei olhando, imaginando o quão estranho seria, eu, tomar Chopp com a minha mãe. Comentei isso a ela, que logo me respondeu, em tom de risada:
-Ué, problema é teu! Mas, imagina, se tu já erra as coisas sem beber, imagina se bebesse!
Foi algo assim que ela falou, não lembro direito. Lembro-me que achei muito engraçado, e fiz uma risada retardada. Claro, tudo tem um contexto, embora tenha preguiça de explicar agora.
Voltei a olhar as pessoas que estavam lá embaixo. Pessoas apressadas, com caras cansadas de trabalho, nos seus dias de cão, ou quem sabe, atrás de algum emprego. Pessoas indecisas, com filhos pentelhando, vendedores(?) gritando suas ofertas das bancas, casais, mendigos, pessoas indo e vindo. E sujeira, muita sujeira. Diversas pessoas, com histórias diferentes. Vi uma pessoa com andar apressado, com cara fechada, ficava(ou ao menos tentava) a imaginar o porque daquela situação. Pensei várias coisas. Vendo aquelas pessoas indo e vindo, parecendo formigas, me lembrei dos Superguidis. Imagina, Mercado Público me lembra O Manual de Instruções. Se bem que, acho que qualquer outra música deles se encaixa. Aproveitei o barulho e cantarolei um pouco. TRI FODA! *-*
Acho que não conversei muito, aquele lugar me facinou de tal forma que não sentia a menor vontade de conversar, a não ser de observar. Aliás, poderia ficar até o resto do dia por lá. Mas foi só o tempo de tomarmos as bebidas (ui, não me diga!) pagarmos pra depois descer pela escada rolante. Chegando lá embaixo, estranho, não senti o mesmo que eu sentia, olhando lá de cima. Tudo diferente. Por que será? Duas ou três pessoas passaram por mim, dando pontapés.
-VAI PISAR A PUTAQUEPARIUS! - pensei.

sábado, 19 de julho de 2008

atracariria bem

Passei a maior parte da minha infância(??) lendo aquelas revistas que ensinam: "como agarrar o seu gato em 10 passos“, ou, “veja o que você precisa saber para ficar com o Reinaldo Giane-algumacoisa”, ou então “TESTE: veja quantos pontos você tem com o gato!!”. Seguia a risca, comprava todos os meses as tais revistas. Fazia os testes bem feliz, e assistia Malhação. (vamu ri galere1)
Pensava que, quando chegasse no segundo grau, tudo que aparecia na tv e o que eu lia, aconteceria comigo.
Bom, a oitava série acabou faz tempo, já terminei o segundo grau, e nada aconteceu. Me sinto estranha, como se eu não fosse feita pra isso, ou talvez seja crise. Mas, tenho comigo que, AMOR de verdade mesmo, é o da família, o amor incondicional.
- Só esse que eu me importo e acredito, afinal.
E que essa história de morrer de amores por alguém, que não seja da sua família, não existe. Não é sincero! Eu acho.. poxa, se bem que.. será que isso é verdade? Sempre me tiram pra mau comida nessa parte. Acho que nunca irei encontrar a pessoa certa pra sentir isso, talvez nem a pessoa errada.
Mas será que existe amor de homem para com a mulher? Aquela cumplicidade? Sem querer nada em troca. E essa história de ir pra festas, agarrar todos e sair sozinho? Qual o fundamento? Que porcaria é essa? Esquisitisses,oi. Será que nasci na época errada? (na verdade sempre me faço essa pergunta, mas a descarto, quando ouço Arctic Monkeys e Be Your Own Pet. Mas, logo, logo, ela volta). Aliás, será que naquela época dos Beatles era diferente? Quando ouço eles (além de lembrar daquelas meninas estéricas gritando o nome deles, usando vestidos rodados de bolinhas e cabelo pomposo) ainda tenho esperanças.. (qqq)
Bom, não importa, porque o negócio é ter amores platônicos: tu se encanta de longe, só olha, não conversa, inventa algumas coisas e pronto.
- Essa tal pessoa nem existe, afinal.
E depois, penso que tô dando atenção demais pra isso, algo que,agora, não deveria ter importância, sendo que recém fiz 18.
Mas, confesso que gostaria de saber como é ter aquela sensação engraçada, de frio na barriga (borboletas na barriga, que nem nos livros), ficar junto da outra pessoa, de se tocar, nem que seja só pra implicar, olhar constantemente pra essa pessoa, sabendo que ela sente o mesmo carinho por ti, ter alguém que se preocupe e pergunte como eu me sinto, como foi o meu dia, que me mande cartas, flores, que me dê uma caixinha de Clorets em forma de aliança (vi isso um dia, e achei tã-ão lindo), e que me dê conselhos também quando necessário, por que não? enfim, algo recíproco. Realmente, não sei como é, mas tá, eu tava lendo algumas coisas, e achei várias cartas! Me encantei com os desenhos, com o que diziam e a forma da letra também. Algumas que recebi e outras que eu escrevi, mas acabei não mandando. Me deu saudade (de novo?). Bom, agora, cabaram de anunciar o fim da greve dos correios, quem sabe, né.. :) oi
Quero que aconteça comigo, igual àquela propaganda do bombom.


OK, acho que já estou pedindo de mais.
Na dúvida, me contentarei com os livros velhos/rasgados de biblioteca de escola, beijos ;*

quarta-feira, 16 de julho de 2008

O Manual

Às vezes penso nas maneiras de como dizer o quanto eu gosto da pessoa. É complicado pra eu dizer, até pros amigos, uma vez que podem não entender o que disse, ou então, pedir preu falar mais alto. Tento, nos gesto mínimos, nas coisas simples que eu faço, nas demonstrações de carinho e coisa e tal. Mas, mesmo assim, as pessoas não entendem. Ou será que entendem? Tem algo ruim em querer ficar a maior parte do tempo perto das pessoas que gostamos? “Fica mais um pouco!” Acho que tem, ainda mais quando se trata de uma pessoa tão insistente como a mim. É, isso aí, insistência, essa é a palavra! Uma dia, me disseram que, às vezes, o melhor a se fazer é não insistir. Mas, e seu julgar importante? E se eu achar que devo? Ou será que eu ando me preocupando com coisas sem importancia? Pra mim,não são! O fato é que eu nunca sou tão importante pra pessoas, assim como elas são importantes pra mim. Ao menos é isso que eu sinto,é isso que elas me passam. Talvez o meu jeito de gostar seja diferente,não sei. Não que eu seja diferente! Acho que sou tipo um grudi,um chicléte,uma bosta no tamanco. Ninguém gosta disso,definitivamente! Isso é tão ruim. Me sinto uma ameba. É como se eu fosse uma criança, um nenê,enfim, que se deslumbra com tudo que vê de diferente pela frente, que pede atenção dos adultos que estão ocupados conversando. Quando penso nisso, me sinto uma bocó, que fica apertando na mesma tecla inumeras vezes. “Não insistir!” Se ninguém quiser ir com você, vá sozinha! Se não sente mais vontade de ficar, então, não fique, oras! Tenho de me acostumar com isso. Sou do tipo de pessoa que deixa de atender a outros compromissos, por alguns minutos de conversa com uma companhia boa. Mas, imagina, isso não pode! Acho que espero de mais das pessoas, espero o mesmo carinho de volta. Isso é muito chato. Como faz pra ser importante pra elas? Enfim, como faz pra fazer a diferença na vida da outra pessoa? Aí, é que vem o Manual de Instruções! Se essa coisa existisse seria mais fácil, talvez esquisito, mas seria menos dolorido(??)! Ah, pensando bem, até seria sem graça. Mas, então, que houvesse um meio mais fácil de saber como chegar no coração da pessoa!(hãm?) Algo como uma fórmula certa, uma palavra mágica, ou até mesmo uma chavezinha. O fato é que eu sempre acabo desistindo, mas dessa vez, eu não quero, juro que não. Algo me diz que eu não devo, ainda não descobri o que é, o porquê. Realmente, não tem como explicar.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

pára tudô!

Tipos que o excelentíssimo Andy Barron postou finalmente o podcast 34!
cagay litruz

http://br.youtube.com/watch?v=SVUTXxdLHec

Destaques
garotos de San Diego não sabem andar de bug 0:25'
o cabelo do Romey haha 0:29'
this is my first time 0:34'
risadas 0:43'
caderinhas motorisadas 0:59'
Drew³ 1:10'
ui Chad 1:17'
a gangorra 1:28'
barrão no Tim 1:42'
Jon no rio 1:49'
rebocando o bug 2:10'
Tim dando maus conselhos 2:47'
atolo de novo 2:54'
Tim na lama 3:03'
o monstro do barro 3:09'
Chad... 3:26'


melhor podcast de todos os tempos!

e também, uma mostra de como sou fã do SF


JonTimChadRomeyDrew, me liga pra sempre