Cá estou eu, escrevendo merda pra ninguém ler. Mas vale a pena, pra ler e rir de mim mesma.
Não tem nada pra fazer de tarde em casa? Vá a Redenção! Fui essa semana, sozinha. Uma pena que o tempo não ajudou, tava nublado, dia meio melancólico,ou sei lá o quê. Fiquei imaginando como seria se estivesse sol.
Mas enfim, foi esquisito, mas ao mesmo tempo legal. Esquisito pelo fato de eu ter ido sozinha(?), e legal, porque pude ficar o tempo que eu quiser, ninguém pra reclamar:
- Vamo embora! E tudo mais. Cheguei a conclusão de que, não consigo encarar as pessoas que passam, a não ser de longe. E também que, eu só viajo/penso em coisas sem-nexo, quando estou acompanhada. Quando tô sozinha, me preocupo mais com pessoas suspeitas ao meu redor, não me permito viajar de mais, uma vez que qualquer pessoa pode chegar e pegar a minha bolsa. Fora isso, eu gostei! Observei as pessoas sentadas, ouvi as conversas daquelas brabas pra boi dormir, pessoas correndo, esperando alguém. Aliás, acho engraçada a reação das pessoas, quando olham o relógio com cara de putamerdaocaratáatrasado! Ficam olhando para os lados pra ver se tal pessoa chega. Gosto de apostar comigo mesma, por exemplo, que aquela mulher que tá chegando é a que o cara tá esperando. A maioria das vezes eu erro!
Pude ver o céu, que ainda não tava coberto de nuvens. Aliás, nunvens são esquisitas! As vezes, elas parecem ser de algodão, outras vezes, parecem areia, ou então, parecem como uma simples fumacinha. Nesse último, sempre imagino um cara gigantesco soprando-as. -q
Vi um cara desenhando. Quer dizer, acho que ele estava fazendo isso, pelas mensões de traços que ele fazia. Além de pagar cofrinho, o cara olhava pros lados, como se tivesse procurando alguma idéia pra desenho. Olhou muitas vezes pro meu lado, e logo imaginei ele desenhando o monstro do lago!(?) –oi
Tenho cá as minhas dúvidas, mas acho que ele tava se drogando. Não preciso dizer que quase morri de curiosidade pra saber o que diabos ele tava desenhando.
Cachorros enterrando sei lá o quê, conversas sobre política, problemas familiares, pombas mutantes e afins. Sentei na ponta de um banco. Um cara sentou na outra ponta e começou a puxar papo com uma senhora do outro banco. Em 10 minutos de conversa contou parte da vida dela pro cara, uma pessoa que ela nunca viu na vida! Acho estranho isso, o que levo, basicamente, um mês pra falar, a senhora falou em tão pouco tempo! E se o cara fosse um véio-do-saco que tenta induzir véinhas indefesas? Devo ser bicho do mato, ou então, as pessoas é que são efusivas.
sábado, 16 de agosto de 2008
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